FEITOS INCRÍVEIS, VIDA SEXUAL NULA

Como todos sabem, grande feitos são acompanhados de grandes sacrifícios. Mas não estou falando de feitos como bater o recorde mundial dos 100 metros, como o Usain Bolt. Esse aí só precisou comer Yam (Inhame) e fumar maconha. Estou aqui para apresentar feitos realmente relevantes para a humanidade, as zeradas mais rápidas da franquia Mario Bros.

Zerada mais rápida de Mario Bros

Incríveis cinco minutos para zerar um dos marcos da minha infância, um fenômeno comparado somente ao nosso próximo recordista.

Zerada mais rápida de Mario World

Parte 01

Parte 01

Fucking onze minutos para zerar Mario World! Depois eu digo que mulher é atraso de vida, as pessoas ainda querem me contrariar. Esse cara merecia uma estátua. Mas isso não é nada comparado com o nosso herói que vem a seguir.

Zerada mais rápida de Mario 64

Bem-vindos ao mundo da tridimensionalidade. Quinze minutos para zerar Mario 64 é o feito mais extraordinário de todos. Invejável por todos os mão-peludas, desocupados e Muthafucking-Nerds-Geeks de todo o mundo. Nem Valesca Popozuda trabalha tão bem de bundinha, nem Daiane dos Santos faz tantas acrobacias, esse cara é foda!

Em tempo, antes que me venham cobrar porque eu não coloquei o famigerado Super Mario Bros 2 nessa lista, é porque ele praticamente não faz parte da franquia. A verdadeira sequência de Mario Bros, só foi lançada no Japão, Era uma continuação natural do primeiro, só que com novas fases e jogabilidade melhorada, porém os americanos não ficaram satisfeitos com o Nível de Dificuldade do jogo e resolveram não lançar nos EUA. Ao invés disse, pegaram um jogo que já estava praticamente pronto o Doki Doki Panic, um jogo que você jogaria com uma família Árabe. Ou vocês nunca se perguntaram porque dos tapetes voadores e temática oriental?

Pois bem, nossos recordes são esses, incríveis e invejáveis. E que todos saibam, se não tem Goombas ou Koopas sendo esmagados, não é Mario.

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SEU BONECO – O HOMEM, O MITO, A PANÇA

Ligadão nas quebradas chefia…
Era assim que se apresentava essa lendária figura.

Seu Boneco

De criminoso a aluno. Seu Boneco ralou para chegar ao estrelato

Nascido e criado em Duque de Caxias, esse representante máximo da malandragem caxiense, não dava mole e estava sempre de olho na merenda lá da cantina da Escolinha do Professor Raimundo.
Ainda hoje é possível esbarrar com ele se você for ao Mate com Angu.

Seu Boneco fazia a alegria da criançada e das neguinhas de Caxias

Porém o que pouca gente sabe, é que antes de se reformar e estudar com o grande mestre Prof. Raimundo, Seu Boneco era do movimento e não dava mole pra exército, civil nem pra PM. Fazia parte da quadrilha do Corrimão, tendo sido preso em meados dos anos 80, ficando preso até 1990, quando conseguiu liberdade condicional, como parte de um programa de Educação Carcerária, onde ficaria solto, contanto que freqüentasse aulas, ingressando assim na Escolinha do Professor Raimundo.

Foi durante esse período que ele se transformou na lenda que é hoje, com suas tiradas geniais, seu jeitão de malandro e sua pança acentuada, Seu Boneco saiu da condição de marginal, para um aluno exemplar (nem tanto), mostrando que é sim possível recuperar um homem por meio da educação.
Sempre faminto, talvez por conseqüência dos cigarros de cravo, um dos seu únicos vícios, Seu Boneco era um galanteador nato, sempre dando um jeito de “embunecar” as neguinhas de Caxias.

Seu Boneco nas Paradas... Erradas

Porém, nem tudo são flores, com o sucesso subindo a cabeça, ele acabou vacilando feio. Foi trabalhar na TV Manchete, comandando o programa Clube do Seu Boneco, posteriormente entrando para o mundo da música, influenciado pelo crescente sucesso de muitos MCs oriundos de Caxias, ele gravou o disco “Seu Boneco Nas Paradas”. Como se não bastasse, chegando ao fundo do poço com o programa homônimo ao disco “Seu Boneco Nas Paradas”, onde comandava um show de calouros com jurados e se envolvendo com drogas pesadas como Rogéria e Chiquinho Scarpa.

Daí foi um passo para o ostracismo, ainda tentou retornar gravando mais um disco, “Clube do seu Boneco”. Como tentou aspirar a carreira prolongada, acabou metendo o nariz onde não devia Música realmente não era o seu forte.

Mas mesmo assim, não nos esqueceremos desse herói caxiense, um mito para uma geração, o bom malandro que sempre conseguia se dar bem e ainda faturar a merenda no final. Seu Boneco, nunca nos esqueceremos de você, seja lá onde estiver. Deixo vocês com esse relato de uma vida humilde que foi até as alturas e terminou no mais fundo buraco de Duque de Caxias, reflitam, porque eu, Eu vou pra galera!!!

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GOOGLE ART PROJECT – CONHEÇA OS MUSEUS DO MUNDO SEM SAIR DE CASA

O Google lançou recentemente um novo serviço chamado Google Art Project. A idéia é a mesma do Google Street View, só que em museus. Podemos ver as obras expostas em uma série de museus pelo mundo, como também podemos transitar pelos museus como visitantes.

Clique na imagem para entrar no siteGoogle Art Project

Estamos diante de uma quebra de paradigma, onde a experiência virtual pode suplantar a experiência física de apreciar obras de arte.
Muitas pessoas vão torcer o nariz com essa afirmação, dizendo que nada subistitui a experiência de ver ao vivo obras de arte, porém isso não passa de um fetichismo.
Para começar, visitar museus pelo mundo é acessível apenas para uma parcela ínfima das pessoas.
Isso sem contar que desde sempre nosso conhecimento das obras de arte é feito por reproduções, todo mundo conhece a Mona Lisa, mas não é todo mundo que já viu ao vivo.

Mas porque ser tão alarmista em dizer que a experiência vitual vai suplantar a experiência física, já que no máximo ela pode ser um complemento?
Na verdade não, no caso do Google Art Project, de certa forma a experiência é superior sim.
Por que podemos ver detalhes nas obras impossíveis de serem vistos ao vivo por conta do zoom, isso sem contar detalhes arquitetônicos nos próprios museus, como o teto ou detalhes nas colunas.

Google Art Project

Sente a pressão desse Zoom!

A conclusão que chego é que em um futuro próximo a experiência virtual vai suplantar por completo a experiência física, isso é apenas a ponta do iceberg.

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LEX LUTHOR – HOMEM DE AÇO

Seu nome, Lex Luthor, a mente mais brilhante que a Terra. Seu inimigo, Supermam, o alienígena vindo do distante planeta Kripton. Lex sempre é visto como um vilão implacável, porém as aparências podem enganar, na verdade ele ama a humanidade acima de todas as coisas.

Lex LuthorNessa incrível obra, escrita por Brian Azzarello e com a maravilhosa arte de Lee Bermejo, temos a perspectiva de Lex Luthor sobre a humanidade e suas opiniões sobre seu maior inimigo, Superman.
Diferente de como normalmente é retratado, aqui vemos um Luthor preocupado com a humanidade e seus rumos e como a presença do Superman, um deus entre os insetos, afeta o julgamento das pessoas.
Entrando em sua psique, entendemos que Superman, na visão de Lex, pode se tornar uma ameaça potencial, já que um dia ele pode decidir que a humanidade não é mais capaz de tomar suas próprias decisões, por isso deve ser combatido e que sua mair obsessão não é derrotar o Superman e sim nos proteger dele.
Uma belíssima e justa homenagem a um dos mais carismáticos “vilões” já criados.

Com uma arte sensacional é uma um roteiro incrível, raramente visto em quadrinhos, essa é uma das revistas que merecem ser lidas por todos.

Lex Luthor – Homem de Aço

Lex Luthor – Homem de Aço – 1ª Parte
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Programinha para ler quadinhos CDisplay, muito bom, dá quase a sensação de ter uma revista em mão mesmo. Um pequeno Tutorial de como usar aqui.
CDisplay
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PAC-MAN – O PRIMEIRO GRANDE HERÓI

Baú dos Jogos

Quando pensamos em Pac-Man, lembramos daquela cabeça amarela, correndo por um labirinto, fugindo de fantasmas e se empanturrando de pastilhas. Não percebemos a real importância desse personagem, ele é o primeiro herói dos videogames.

A Era de Ouro dos videogames, no final da década de Setenta e início de Oitenta, é caracterizada por jogos como Pong e Space Invaders, mas eles não tinham o fator psicológico que marcaria a grande virada da cultura dos games, um personagem.
De modo geral você jogava com barras ou naves espaciais, mas não tinha ninguém lá. Pac-Man mudaria tudo.

Lançado em 1980 pela Namco, Pac-man é reconhecido pelo Guinness Book como o jogo de maior sucesso dos Arcades. Criado pelo designer Toru Iwatani, que resolveu fugir do conceito dos jogos da época que abordavam a violência como tema, segundo seu criador, ele queria atrair o público para um personagem que não estava destruindo nada e sua meta era atrair o público feminino.
Além de ser o primeiro personagem da história dos games, também foi o primeiro jogo pensando para atrair as mulheres para essa cultura nascente e o pioneiro no merchandising, já que além do jogo, vários outros produtos foram criados a partir do personagem.

Por isso sempre que jogar Pac-Man, lembre que ele não é só uma cabeça amarela faminta, se enchendo de pastilhas e tomando balas, fugindo de fantasmas em um labirinto.
Ele é o que veio antes de Mario, Sonic, Solid Snake e tantos outros. Ele é o primeiro Grande Herói de nossa geração.

Clique na imagem pra jogar

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MARIA BETHÂNIA A VLOGUEIRA MAIS CARA DA HISTÓRIA

Um dia eu acordo e só se fala de Maria Bethânia e o tal blog dela. Todo mundo dizendo um monte de coisas, críticas interessantes, comentários estúpidos e por aí vai.
Todo mundo tem uma opinião sobre isso, então não poderia deixar de ter a minha também.

Maria Bethânia

Maria Bethânia - a IT Girl do momento

Primeiro gostaria de deixar claro que acho um absurdo o Ministério da Cultura, ter aprovado a captação de recursos de R$ 1,35 milhão pela Lei Rouanet para a execução desse projeto mal fadado.
Mas calma aí, vamos entender as coisas.

Primeiro é que esse dinheiro ainda não existe, o que foi aprovado foi a possibilidade dela captar esse dinheiro através da renúncia fiscal de algumas empresas. Do jeito que andaram falando, parecia que ela havia tirado o dinheiro do orçamento para leite das crianças da Creche Santa Efigênia para fazer esse blog de poesia, Evil Bethânia…
Mas é claro que isso não justifica e mesmo o dinheiro ainda não existindo ele deixa de entrar nos cofres públicos ou financiar outros projetos, mas vamos nos revoltar com a coisa certa.

Quem não pagaria R$ 50.000 pra ver esse rostinho todo dia declamando poesia?

Primeiramente, não acho absurdo algum um blog valer um milhão ou um bilhão que seja. Acho um absurdo é esse projeto valer um milhão, acho um absurdo uma das justificativas dele ser tão caro é que o salário da Diretora Artística ser de cinquenta mil reais por mês e a Diretora Artística é ela mesmo Maria Blogthânia.
Não que esteja questionando se ela merece ou não ganhar isso por mês, o que estou questionando é porque ela merece ser contemplada com essa aprovação do MinC para fazer um Vlog de poesia, quando eu tenho certeza que nenhum dos nossos vlogueiros nem mesmo passaria com um projeto pra ganhar 1000 reais por mês.
Não que eu ache que nossos vlogueiros mereçam captar recursos da Lei Rouanet pra manter suas atividades… Talvez o Caue Moura, ele é foda.

Mas o que diz nossa blogsfera?
Nada, pelo menos nada de relevante que mereça uma linha de consideração. É claro que o assunto repercutiu intensamente pela blogsfera brasileira, mas o que nossos grandes blogueiros diziam era um monte de besteiras sobre o assunto, todo mundo parecia mais incomodado com o fato de ser um blog, do que com o projeto em si.
Ao que parece, despertou alguns ciúmes em nossos blogueiros que talvez julguem que eles mereceriam ganhar um milhão pra ficar repostanto vídeo do Zangief Kid ou remix do Sou Foda.
Inclusive a coisa toda só tomou essa proporção pela utilização da ferramenta blog no projeto, porque se o projeto fosse para captar recursos da Lei Rouanet e produzir DVDs que saíssem junto com a Revista Caras, ninguém ia se incomodar, alguns iam até bater palmas.

Pra terminar esse assunto, gostaria de dizer que até concordo com a justificativa do projeto que dará nome ao site, que “O mundo precisa de poesia”, mas nem tanto assim…

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EM DEFESA DA FAMÍLIA RESTART

É difícil defender uma banda com essa pose, mas eu vou tentar

Nos últimos tempos tem havido uma onda de ódio por parte das pessoas com relação a banda Restart e seus respectivos fãs. Ódio justificado ou birra conservadora?

Para começar esse texto, gostaria de deixar claro que não gosto de Restart. Não por nenhum motivo xiita. Não só gosto, acho uma merda.
Inclusive esse deveria ser o argumento de todo mundo que não gosta: “Acho uma merda” e acabou. Mas assim como os fãs desesperados da “Família Restart” tem seus argumentos estúpidos, achando todo tipo de crítica uma “puta falta de sacanagem”, os anti-Restart são tão imbecis quanto.

Vendo as críticas que fazem a banda e seus fãs, percebesse um alto teor de conservadorismos rancoroso, coisa de velho e pior, muitos que criticam, nem são tão velhos assim. Vamos dar uma olhada nos tipos de críticas mais recorrentes.

Isso não é Rock n’ Roll! Essa música é um lixo!
Beleza, até concordo com essa crítica, acho mesmo essa música um lixo.
Mas é exatamente o mesmo tipo de crítica que se fazia ao Punk Rock, no início do movimento.
Diziam que não era Rock, era só um bando de garotos fazendo barulho (lhe soa familiar?), que Rock n’ Roll mesmo era Pink Floyd e seus chatíssimos intermináveis solos de guitarra/bateria/baixo/cahorro e afins.
Antes de que algum punk-de-butique grite: “Mas você quer comparar Restart com Punk Rock?”, respondo.
Que mal tem isso? Punk Rock era visto como lixo musical, tocado e ouvido por adolescentes de cabelos estranhos e roupas escrotas. (Já ouviu alguém fazer essas mesmas críticas a Familía Restart?)

Sex Pistols
Coloridos, cabelos escrotos e roupas ridículas

Olha esse bando de garotas retardadas que ficam gritando para esses manés!
Na moral, desde que o mundo é mundo e a cultura pop é cultura pop, que existem “garotas retardadas que gritam”.
Na época do Beatlemania, era tão absurdo que os shows se tornaram impossíveis de serem feitos, de tanta gritaria mal davam para os músicos se ouvirem. Quem já ouviu uma gravação ao vivo dos Beatles sabe do que estou dizendo, eles já não era grandes músicos, sem conseguir se ouvir então…
Mas na boa, poderia ficar aqui citando inúmeros exemplos da relação fãs histéricas e ídolos, mas seria chover no molhado.
Mas tem um exemplo que não posso deixar escapar.
Já repararam como os fãs de metal, feios, sujos e agressivos se portam iguais mocinhas no cio quando vêem um de seus ídolos?
Na boa, a gritaria e choradeira de um fã de Iron Maiden é exatamente igual ao de uma fã de Restart. Já ví marmanjo barbado chorando ouvindo One em show do Metallica: “Caralho, essa música é muito foda, me emociona pra caralho

Alá, eles tocaram Fear of the dark para mim, Eu te amo Maiden!!!

Olha as roupas rídiculas que esses caras usam!
Sem dúvida nenhuma, as roupas são ridículas. Maneiro mesmo são aquelas calças de skatistas que a galera das rampas usa. Claro, tirando o fato que cabem uns três skatistas magrelos dentro de cada uma delas.
E os cabelos dos Skinheads? Você vê de longe um grupo e pensa: “Maneiro, o clube da quimioterapia saiu para pegar um ar
Isso sem falar em moicanos, calças de couro apertadas, jaqueta com rebites, topete no cabelo, bermuda de veludo da ciclone…
Fala sério, toda roupa de uma “tribo” é ridícula para quem vê de fora, mas não por uma questão antropológica e sim porque são ridículas mesmo.

Mãe, tô saindo com a galera...

Esses malucos dessa banda são um bando de viados!
Ah, vá! Então você quer dizer que seus ídolos são machos para caralho, só exemplo de heterosexualidade plena.
Claro, porque Freddie Mercury debaixo daquele bigode e collant branco era macho até debaixo de outro macho.
Vai falar do Mick Jagger, comedor mor do Rock n’ Roll, mas acho que está esquecendo de quando a mulher do David Bowie pegou o Stone  com seu marido e o Mick falou para ela “Relax baby, it’s only rock and roll, but i like it“.
Claro, no metal não tem afrescalhado, até porque o Rob Halford do Judas Priest quando assumiu sua homosexualidade estava querendo dizer que se para ser homem tem que dar três vezes, podia chamar ele de Super-Homem.
A viadagem come solta no Rock n’ Roll desde sempre. Nas festinha que rolavam na Factory o lema era “Aumenta o volume e encosta cu na parede!”

Chamar de viado não é argumento, hein mocinho...

A conclusão é que essas críticas são mais um ranço reacionário que críticas em si.
Deixem a garotada ouvir Restart em paz, deixa a família Restart seguir em frente, com certeza seus ídolos também foram taxados de merda um dia, já falaram do seu cabelo, das suas roupas e tudo isso…
Nós não gostamos deles, mas a galerinha gosta.
Dorme com esse barulho!

 

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